A densidade mamária, que se refere à proporção de tecido fibroglandular em relação ao tecido adiposo nas mamas, pode influenciar tanto o risco de desenvolver câncer de mama quanto a eficácia dos exames de imagem.
Então, acompanhe esse artigo para entender os riscos associados dessa condição e conhecer as opções disponíveis de monitoramento e tratamento.
Ter mamas densas significa que há uma maior proporção de tecido fibroglandular (composto por glândulas e tecido fibroso) em relação ao tecido adiposo (gordura) nas mamas.
Essa característica é bastante comum, especialmente em mulheres mais jovens, mas também pode ser observada em mulheres mais velhas.
A densidade mamária é geralmente avaliada através de uma mamografia, onde as mamas densas aparecem mais "brancas" ou "opacas" na imagem, enquanto o tecido adiposo aparece mais "escuro" ou "transparente".
A densidade mamária é avaliada principalmente através de uma mamografia, um exame de imagem que comprime a mama para obter radiografias detalhadas.
Então, com base nessas imagens, os tecidos mamários são analisados e classificados em categorias de densidade, confira abaixo:
Possuir mamas densas está associado a alguns riscos e desafios importantes para a saúde.
Entre esses possíveis problemas, destacamos:
A densidade mamária tem um impacto considerável na eficácia das mamografias, tornando-as menos eficazes na detecção de câncer de mama em mulheres com mamas densas.
Em mamas densas, tanto o tecido fibroglandular quanto os tumores aparecem como áreas brancas na mamografia, o que pode mascarar pequenos tumores e dificultar a identificação de anomalias, especialmente em estágios iniciais.
Essa dificuldade pode resultar em resultados falso-negativos, onde a mamografia não detecta a presença de câncer mesmo quando ele está presente, atrasando o diagnóstico e o tratamento.
Para compensar essa limitação, exames complementares, como ultrassonografia ou ressonância magnética, são frequentemente recomendados, pois podem fornecer imagens mais detalhadas.
Atualmente, não existem tratamentos especificamente aprovados para reduzir a densidade mamária.
A densidade mamária é uma característica biológica influenciada por fatores como genética, idade, hormônios e uso de terapia hormonal.
Embora não haja tratamentos diretos para diminuir a densidade mamária, alguns fatores podem influenciar indiretamente essa característica.
Por exemplo, à medida que as mulheres envelhecem, especialmente após a menopausa, a densidade mamária tende a diminuir naturalmente devido à redução nos níveis de estrogênio, que leva à substituição gradual do tecido fibroglandular por tecido adiposo.
Além disso, podemos utilizar certos medicamentos para reduzir o risco de câncer de mama em mulheres de alto risco.
Assim, devido ao fato de a densidade mamária ser um fator de risco para o câncer de mama e afetar a eficácia da mamografia, é importante que mulheres com essa condição discutam com a ginecologista a necessidade de monitoramento adicional.
Como vimos, mulheres com mamas densas precisam de um monitoramento mais cuidadoso, devido ao risco aumentado de câncer de mama e à dificuldade de detecção de anomalias através da mamografia.
A recomendação principal é manter a realização regular de mamografias, mas com a consciência de que, em alguns casos, exames complementares podem ser necessários.
Nesse sentido, podemos encaminhar a paciente para a realização de exames adicionais como ultrassonografia e ressonância magnética.
Portanto, reforçamos que é essencial que mulheres com mamas densas mantenham um acompanhamento regular com a ginecologista.
Ela pode fornecer orientações personalizadas sobre a frequência dos exames e indicar as melhores estratégias de monitoramento para cada caso.
Então, não deixe de cuidar da sua saúde!
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